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Enem 2017 esquema para análise das redações terá 9 mil corretores

Enem 2017 esquema para análise das redações terá 9 mil corretores

Ao todo são 29 mil pessoas que estão envolvidas na correção da prova Enem 2017. O trabalho começa assim que o candidato entrega os cadernos para o coordenador de prova.

Enem 2017 esquema para análise das redações terá 9 mil corretores

O Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira montou uma grande operação logística para a aplicação, onde 6,1 milhões de candidatos farão a prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e para a correção da prova, onde o resultado está previsto para o dia 19 de janeiro de 2018.

Toda essa operação porque para ser corrigida a redação são de dois à três professores, caso haja discrepância nas duas primeiras notas e mais uma banca presencial com três professores se a discrepância ser continua.

Neste Enem 2017 o consórcio responsável pela correção conta com três empresas: Cesgranrio, FGV (Fundação Getúlio Vargas) e Fundação Vunesp.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que na quinta-feira (19) realizou uma simulação de segurança para testar a logística do processo, explicou o passo a passo de como cada prova de redação vai sair das mãos dos candidatos, chegar até as mãos dos corretores, voltar corrigida ao Inep e depois ser divulgada ao público, tudo isso em um período previsto de 75 dias:

Coleta, transporte e entrega das provas:

Ao todo estão envolvidos 19 mil funcionários do correio. Assim que as provas forem terminadas os coordenadores do local separarão os cadernos dos cartões respostas e guardaram novamente no malote. O correio por sua vez levará esses envelopes até o Rio de Janeiro. O Inep chama est fase de “Operação reversa”, pois as provas voltaram para o Governo Federal.

Separação e digitalização da prova

A digitalização da prova Enem 2017 será feita por 700 pessoas do consórcio. Assim que as provas chegarem no Rio de Janeiro, os malotes serão entregues ao consórcio em dois galpões diferentes. O exame será entregue para FGV e para Cesgranrio, a partir dai vem a segunda etapa que é a separação e a digitalização das provas. Onde serão 500 funcionários do Cesgranrio e 200 do FGV.

A digitalização da prova é feita com reconhecimento das respostas, onde são extraídos todos os dados das provas objetivas. A partir da correção é criada uma base de dados com as respostas, para só então ser aplicada a correção TRI (Teoria de Resposta ao Item). Segundo o Inep este procedimento é feita duas vezes, uma pelo consórcio e outra vez pelo Ministério da Educação (MEC).

Já as provas de redação são descaracterizadas na hora da digitalização, para que os corretores não identifique a autoria dos textos.

Correção das provas de redação Enem 2017

Nesta terceira etapa estão responsáveis 9 mil corretores de redação. Assim que as provas de redação forem todas digitalizadas são enviadas cópias para a Fundação Vunesp onde tem sede em São Paulo, onde tem como responsabilidade corrigir as provas de redação Enem 2017. A empresa disponibilizou 9 mil corretores para esta etapa.

As provas de redação são corrigidas por dois corretores, sem que um conheça a nota que o outro atribuiu ao exame. Esses dois corretores tem como finalidade corrir a redação e o desempenho dos candidatos de acordo com as cinco competências que foram mencionadas na cartilha do estudante. Cada corretor pode atribuir uma nota de 0 a 200 pontos para cada competência e no final são todas somadas podendo chegar a 100 pontos na redação. A nota final da prova redação Enem 2017 é a média aritmética entre as notas atribuídas pelos dois avaliadores.

Caso a nota final da redação Enem 2017 tenha uma discrepância de 100 pontos, ou se a nota individual dos avaliadores tenha uma discrepância de 80 pontos a avaliação passa por mais um corretor. Mas se mesmo assim a discrepância der continuidade a redação passa por uma banca presencial composta por três professores.
Processamento dos resultados

Depois das duas provas Enem 2017 serem corrigidas (prova objetiva e dissertativa) são devolvidas ao Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para processar os resultados e gerar o “boletim de desempenho” dos estudantes. O boletim está previsto para ser divulgado no site do Inep no dia 19 de janeiro de 2018.

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